"O que mais dói? A dor do parto ou a dor esterilidade?"
Há poucos dias fui levada a meditar sobre a questão acima, uma ministração do apóstolo Joel, do projeto Vida em Volta Redonda muito contribuiu para isso.
O fato é que DOR sempre haverá! Muitas vezes reclamamos de alguns momentos difíceis e dolorosos pelos quais passamos nos nossos ministérios e por vezes em meio a tanta angústia não conseguimos entender que produzir, gerar algo, alguém ou um projeto exige muita DOR mas não fazê-lo desencadeia em nós - servos chamados, comissionados , instituidos pelo Eterno - uma dor deveras insuportável, é a dor de uma mãe que não consegue conceber, gerar e dar a luz a um filho.
É um consenso a idéia de que a dor do parto é uma (ou a pior) das piores dores que o ser humano pode sentir, porém tenho certeza de que a dor da impossibilidade de se gerar um fruto de suas próprias entranhas é infinitamente maior.
Ora, quem é que nunca ouviu dizer sobre os "inconvenientes" de uma gestação? A mãe sofre, são desconfortos de toda ordem: suas articulações gemem a cada aumento de peso; suas noites de sono já não são mais tão tranquilas quanto antes, por vezes
ela enjoa, se cansa com facilidade, sonolência...até chegar no grande dia, o dia do parto. A dor, aquí chega ao ápice mas é aqui também que ela tem a maior recompensa de todo esse tempo de espera...a chegada do filho, a concretização do seu projeto,
um sonho. Valeu a pena!
Assim acontece no nosso dia-a-dia. Nossos projetos-sonhos têm de ser gerados, cuidados com toda espectativa que os mesmos requerem. Faz parte. Só não podemos abandoná-los, assassiná-los em meio à gestação ou ainda pior, permitir que a
esterilidade entre à nossa porta e se aposse da poltrona mais confortável existente em nossa casa.
Para se conquistar, é preciso PERSISTIR a despeito de dores.
Sigamos rumo à CONQUISTA.
Sheilla Da Hora André, serva do Deus Altíssimo.
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